Vitaminas, fita adesiva de reparo e um pote de chutney de manga - apenas algumas das coisas que minha família comprou no mês passado na vasta plataforma de compras online da Amazon.

Também fizemos compras na rede de supermercados Whole Foods, assistimos a seus programas de TV, lemos livros nos e-readers Kindle e navegamos em inúmeros sites que, sem dúvida, são alimentados pela Amazon Web Services (AWS), seu negócio de computação em nuvem altamente lucrativo.

E isso não é nem metade dos produtos e serviços interconectados oferecidos pelo gigante global, que no início deste ano ultrapassou a gigante americana Walmart para se tornar a maior empresa do mundo em vendas anuais.

Mas por que a Amazon, lançada por Jeff Bezos em 1995 como uma livraria online em uma garagem alugada, tem tão poucos concorrentes sérios no Ocidente quando se trata de comércio eletrônico? Será que nós, consumidores, não poderíamos...