Num que parece ser um dia de glória para pessoas com demasiado tempo livre e um rancor contra viagens aéreas, sete ameaças de bomba foram reportadas em voos europeus no domingo — todas posteriormente confirmadas como falsos alarmes. Os voos afetados, porque claro que eram sete, incluíram um voo da LOT Polish Airlines de Londres Heathrow para Varsóvia Okęcie que foi desviado para Varsóvia Modlin (com carimbos temporais 10:33, 10:58, 12:00, 13:57), um voo da SAS de Copenhaga para Varsóvia Okęcie (11:33, 12:59), um voo da Ryanair de Manchester para Múrcia (12:44, 13:44), um voo da Ryanair de Lisboa para Roma (15:02), um voo da Ryanair de Dublin para Roma, um voo da WizzAir de Bérgamo para Sófia (15:41), e um voo da Ryanair de Dublin para Sófia.
O governo britânico, presumivelmente ansioso por tranquilizar o público de que o céu não está realmente a cair, confirmou que dois dos aviões tinham partido de aeroportos britânicos. Um porta-voz ofereceu o tipo de declaração concebida para soar tranquilizadora enquanto reconhece discretamente que os embustes são agora uma característica semi-regular da vida moderna: "O Reino Unido tem um dos sistemas de segurança aeronáutica mais robustos do mundo, com processos bem testados para lidar com quaisquer ameaças potenciais, bem como ameaças maliciosas de embuste, como as que vimos hoje. As nossas polícias e agências de inteligência de vanguarda trabalham diariamente para nos manter seguros, usando as ferramentas de que dispõem para avaliar e responder a ameaças potenciais."
Vale a pena notar, porque aparentemente devemos, que este não é um incidente isolado. A 18 de outubro, um voo da Austrian Airlines de Tel Aviv para Viena foi desviado para Sófia após uma alegada ameaça de bomba enquanto sobrevoava a Roménia, segundo a Reuters. E ainda ontem, 2 de novembro, um voo da WizzAir de Londres para Sófia foi desviado para Budapeste após uma ameaça de bomba (10:44). Portanto, se planeia voar em breve, talvez leve um livro e baixe as expectativas.
A Reuters também teve de emitir uma correção: o voo de Bérgamo para Sófia foi operado pela WizzAir, não pela Ryanair. Porque quando se cobre sete ameaças de bomba num só dia, alguém vai confundir as companhias aéreas low-cost. A contagem no topo da página foi atualizada em conformidade, presumivelmente com um suspiro.
Entretanto, na Bulgária, o ministério dos transportes disse à Reuters que as ameaças de bomba foram na verdade feitas contra dois aviões de Bérgamo, em Itália, e Dublin, na Irlanda — não de Israel como anteriormente reportado. Portanto, isso está esclarecido. Isso eleva o total para sete aviões (que saibamos), o que é uma frase que ninguém gosta de escrever.
De volta a Berlim, o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy tinha um dia movimentado próprio, rejeitando a sugestão da Rússia de uma reunião em Moscovo como "contraproducente". Disse que o que é necessário são conversações sérias, não um truque — uma forma diplomática de dizer "boa tentativa, mas não". Também insistiu que a Rússia não tem vantagem na linha da frente neste momento, que é o tipo de coisa que se diz quando se tenta projetar confiança enquanto bombas estão literalmente a cair.
O Chanceler alemão Friedrich Merz, ao lado de Zelenskyy, acrescentou que a reunião de 19 de novembro decidirá mais apoio à Ucrânia em 2027. E com isso, a conferência de imprensa concluiu-se — presumivelmente porque todos já tinham tido emoção suficiente por um dia.
Em Itália, mais duas falsas ameaças de bomba foram reportadas envolvendo voos da Ryanair de Lisboa e Dublin para o Aeroporto de Roma Fiumicino, segundo a La Repubblica e o Corriere della Sera. O avião de Dublin foi escoltado por dois caças da força aérea italiana — porque nada diz "verificação de segurança de rotina" como enviar aeronaves militares. Em ambos os casos, as verificações de rotina foram confirmadas como negativas, significando que nenhuma ameaça foi identificada, disse a SkyTG24. Isso eleva o total de voos afetados por falsos alarmes hoje para pelo menos seis, acima dos quatro reportados anteriormente (que saibamos).
Zelenskyy, questionado sobre as suas expectativas para as conversações de Abu Dhabi, disse esperar ver futuras garantias de segurança para a Ucrânia cobertas, juntamente com um "pacote de prosperidade" que wo
The Good Times
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