Enquanto a temporada 2025-26 da Premier League tropeça em direção ao seu fim, ficamos com o tipo de drama que nos faz agradecer pela entressafra. O Tottenham, que não é rebaixado desde 1977 (um feito de resistência quase tão impressionante quanto sua seca de troféus), precisa apenas de um empate contra o Everton para permanecer na elite. O West Ham, por sua vez, espera que o Everton de David Moyes lhes faça um favor - um homem que eles demitiram duas vezes, porque o futebol é um deus cruel e mesquinho.
No Liverpool, a novela continua. Arne Slot está tentando trazer Etiënne Reijnen como assistente técnico, uma jogada que uniria dois homens que jogaram juntos no PEC Zwolle. Slot tentou contratar Reijnen há dois anos, mas as autorizações de trabalho disseram não. Agora, com as esperanças do Liverpool na Champions League penduradas por um fio e Mohamed Salah o minando via redes sociais (o jeito moderno), Slot está dobrando a aposta na equipe de bastidores. "Enquanto as coisas não estiverem resolvidas, não vou comentar", disse Slot, o que é código para "por favor, não me pergunte sobre o Instagram do Salah".
Em outro lugar, um torcedor do Arsenal chamado Oliver Newman está em Hanói, tomando cerveja e vendo o pôr do sol, livre da ansiedade de uma disputa pelo título porque o Arsenal já venceu a liga na terça-feira. Imagine só: um torcedor do Arsenal relaxando. É como ver um unicórnio pedindo uma cerveja.
E para aqueles que perderam as partidas: um torcedor perdeu a virada do Fulham contra a Juventus em 2010 porque o trabalho estava ruim. Outro encenou uma peça solo em Nairobi durante a vitória do Ipswich na final da FA Cup de 1978. Todos nós já passamos por isso - exceto que não, porque a maioria de nós apenas assiste ao jogo.