O Manchester City concordou em emprestar Omar Marmoush ao Tottenham para a temporada, com obrigação de compra do atacante por £50 milhões iniciais, e fechou um acordo para vender Nico González ao Newcastle por £52 milhões. Porque nada diz 'estabilidade financeira' como despachar seu elenco como se fosse uma liquidação.

Marmoush fará exames médicos no Spurs, que concordou em pagar até £10 milhões em adicionais, com metade disso garantida. No próximo verão, o jogador de 27 anos assinará um contrato de quatro anos com opção de mais um. O City não deve pagar taxa de revenda ao Eintracht Frankfurt, de quem comprou o egípcio em janeiro de 2025. Então Frankfurt não recebe nada, Spurs ganha um jogador, e o City finge que tudo isso fazia parte do plano.

Marmoush segue Sávio na saída do City para o Spurs, que comprou o ponta brasileiro em um acordo de £75 milhões mais £10 milhões na terça-feira. Porque comprar um jogador quando se pode comprar dois e chamar de estratégia?

González está prestes a se tornar o quarto meio-campista central de linha de frente a deixar o City neste verão, depois de Rodri, Bernardo Silva e Tijjani Reijnders. O City contratou apenas Elliott Anderson, por £116 milhões do Nottingham Forest, embora tenha concordado com um acordo de €100 milhões (£85,7 milhões) por Ayyoub Bouaddi, do Lille, outro meio-campista, e uma taxa de £34 milhões por Allan Elias, do Palmeiras, que é o substituto de Sávio como atacante de lado. Então eles estão vendendo meio-campistas e comprando meio-campistas, o que é um pouco como reorganizar as cadeiras no Titanic, mas com mais zeros.

Espera-se que o City concretize seu interesse em Enzo Fernández, do Chelsea, fazendo uma proposta. O clube do oeste de Londres avalia o meio-campista em £120 milhões. Porque não? Nesse ritmo, eles vão contratar jogadores com dinheiro do Monopólio.