Em um movimento que grita 'oportunidade', a Rússia lançou uma onda de mísseis e drones contra Kiev na véspera de uma cúpula da OTAN na Turquia, matando 14 pessoas e ferindo outras 117, segundo a procuradoria-geral da Ucrânia. O número de mortos pode aumentar à medida que as operações de resgate continuam, porque parar em um número redondo seria bom demais? O Ministério da Defesa russo confirmou o ataque 'massivo', alegando que atingiu instalações militares e energéticas, embora os blocos de apartamentos danificados sugiram que a pontaria pode estar um pouco desviada.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, fez um apelo emocional aos líderes da OTAN: 'Protejam as crianças ucranianas do terror balístico russo.' Ele alertou que respostas fracas só encorajam Moscou a espalhar o terror além da Ucrânia. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, apoiou o pedido por uma defesa aérea mais forte, observando que o assunto será discutido na cúpula de Ancara. Ela também mencionou uma parcela de empréstimo de €4 bilhões e um próximo 21º pacote de sanções, porque nada diz 'pare o derramamento de sangue' como papelada burocrática.

Enquanto isso, as forças armadas ucranianas atacaram refinarias de petróleo nas regiões russas de Yaroslavl e Leningrado durante a noite, provando que a vingança é um prato que se come frio. Em outras notícias, uma investigação da UE descobriu que a inteligência húngara colocou espiões em Bruxelas entre 2013 e 2016, embora a comissão diga que a espionagem parou em 2016 e não causou nenhuma violação grave de segurança. Olivér Várhelyi, que liderou a representação da Hungria na UE durante parte desse período e agora serve como comissário da UE, negou conhecimento. Porque quem suspeitaria do cara no comando?