Tomi Adeyemi, autora do best-seller YA *Children of Blood and Bone*, compartilhou sua experiência angustiante ao adaptar o livro para as telonas, chamando-a de “a pior coisa que já tive que viver”. Em um vídeo de cinco minutos no TikTok, Adeyemi descreveu ter saído do set da produção da Paramount “hiperventilando e soluçando”, acrescentando: “Nunca mais quero ouvir falar deste projeto.” Adeyemi, que co-escreveu o roteiro, já havia indicado que não assistiria ao filme. O vídeo, segundo ela, foi uma tentativa de encerrar o assunto, embora tenha admitido que pode prolongar a história. Ela afirmou que os envolvidos continuaram a “antagonizá-la”. “O que estou prestes a compartilhar não é segredo para as pessoas envolvidas”, disse ela. “É uma realidade com a qual tenho vivido há cerca de um ano e meio, e todos os envolvidos, pelo menos no mais alto nível, foram informados dessa realidade, e não fizeram nada para melhorá-la. Se algo, só me antagonizaram.” Ela detalhou ter sofrido “dor somática severa” e ataques de pânico após sair do set. A diretora Gina Prince-Bythewood recentemente aludiu a uma controvérsia de elenco envolvendo Amandla Stenberg, que interpreta a princesa Amari. Um TikTok agora deletado de Adeyemi mostrava um grupo de chat onde ela dizia a Stenberg: “Nunca mais use meu nome em uma entrevista ou vídeo.” O filme também estrela Regina King, Damson Idris, Cynthia Erivo, Idris Elba, Tosin Cole, Viola Davis, Chiwetel Ejiofor, Lashana Lynch e Thuso Mbedu. O lançamento do primeiro trailer na segunda-feira provocou os comentários mais recentes de Adeyemi. “Como está sendo comercializado, e como ainda estou sendo antagonizada nos bastidores, ficou claro para mim que a realidade precisa ao menos ser conhecida”, disse ela.