O ativista cambojano Panha Theng, um Jovem Líder da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2025, afirma que a visibilidade e os espaços seguros continuam sendo cruciais para os jovens LGBTQI+ em todo o Sudeste Asiático, em meio ao estigma e à discriminação persistentes.
Crescendo no Camboja, Panha raramente via pessoas LGBTQI+ refletidas no mundo ao seu redor — nem na televisão, nem nas conversas públicas, nem de maneiras que parecessem honestas.
“Quando as pessoas LGBTQI+ eram representadas, muitas vezes não parecia verdadeiro para quem somos”, disse ela.
Hoje, Panha está ajudando a criar o tipo de visibilidade que ela mesma procurou. Como cofundadora da Sampi TV, uma plataforma digital dedicada à narração de histórias e defesa LGBTQI+, ela usa podcasts, documentários e ferramentas online para abrir conversas que muitos jovens cambojanos ainda têm medo de ter.
“Eu wa”