O império midiático de MrBeast, a Beast Industries, está enfrentando um processo de uma ex-funcionária que alega que o local de trabalho era menos uma fábrica de conteúdo e mais uma fábrica de ambiente hostil. Lorrayne Mavromatis, que atuou como chefe do Instagram antes de uma promoção, afirma que a empresa tolerava o assédio sexual de mulheres e tratava as reclamações sobre isso como tendências do TikTok de ontem – ignoradas.
O processo, aberto por Mavromatis, alega que ela foi demitida após reclamar de um local de trabalho sem 'proteções básicas de emprego'. Especificamente, ela diz que o ex-CEO James Warren disse a ela que MrBeast (nome real: Jimmy Donaldson) não trabalharia com ela porque ela era 'uma mulher bonita e sua aparência tinha um certo efeito sexual sobre Jimmy'. Essa é uma nova versão de diferenças criativas.
Mavromatis afirma que foi rebaixada para um cargo conhecido internamente como onde 'as carreiras vão para morrer', e depois demitida menos de três semanas após retornar de licença-maternidade, sendo informada de que era 'muito qualificada' para o cargo. Ela busca salários perdidos, benefícios, reintegração e indenização por angústia mental.
O representante da Beast Industries chamou o processo de 'reclamação em busca de fama' baseada em 'deturpações deliberadas e declarações categoricamente falsas', acrescentando: 'Temos os comprovantes para provar isso'. Eles afirmam ter evidências extensas, incluindo mensagens e testemunhos, que refutam as alegações. A empresa também disse que a demissão fez parte de uma reorganização em toda a equipe, não relacionada ao desempenho.
MrBeast, o YouTuber mais seguido do mundo com mais de 470 milhões de inscritos, não é estranho a dramas jurídicos. Ele já enfrentou alegações de explorar participantes de seu reality show Beast Games, que negou, e contratou investigadores depois que um ex-apresentador foi acusado de aliciar um adolescente – alegações depois consideradas infundadas.