Em uma jogada que certamente não surpreenderá ninguém, autores famosos têm opiniões sobre o que ler nas férias. Uma coletânea do Guardian, apresentada por Jenny Colgan, traz escolhas de Freida McFadden, Mick Herron, Robert Harris e outros, oferecendo uma seleção curada de livros de virar páginas para ambientes arenosos.

Colgan alerta contra uma dieta literária de muitos thrillers psicológicos ("O Psicopata do Marido da Irmã da Minha Esposa"), que leva à confusão e mau humor, ou muito romance açucarado, que aparentemente causa cáries dentárias. Ela também aconselha a não levar aquele calhamaço que te causa culpa e que você pretende ler há anos, pois só fará você rolar o Instagram.

A chave, argumenta ela, é a variedade: ficção e não ficção, leve e pesado, prontos para serem trocados a qualquer momento. E se você encontrar uma cópia manchada de água de Domain, de James Herbert, em sua casa de férias, Colgan diz para jogar todas as regras pela janela e se comprometer com 600 páginas de ratos mutantes pós-nucleares em Londres. Ou vá de Maeve Binchy. A escolha é sua.